sexta-feira, 25 de março de 2011

TUTORIAL - COMO SER FODA

Aprenda á ser FODA definitivamente em apenas 8 passos.

- SER FODA é simples não é!? ;D
/fonte: Mconspiracy

GODZILLA

A verdadeira causa dos terremotos no Japão '-'
#EURI infelizmente u.u

quinta-feira, 24 de março de 2011

ALEMÃO RONALDO - STENCIL

em JANEIRO, um ex-colega meu dos tempos de colégio pediu pra mim fazer uma bandeira escrito ALEMÃO RONALDO nela. Até aí tudo bem, mas o problema é que eu tava numa preguiça fudida! Nem sei dizer se era preguiça ou falta de vergonha na cara, só sei que HOJE - 24/03/2011 resolvi fazer & terminar a bandeira. BAH, 2 meses de enrolação .. só o Renato pra me aturar mesmo, santa paciência SAHUASHA. Enfim, terminei a parada. A tinta branca não fico 'chapada' do jeito que eu queria, mas dá nada! Qualqer problema estamos aê ;D
- só não devolverei sua grana ;@] MUUAHAHAHAA >)

 tudo começa com a imagem mandada pelo Renato, que trabalhei no photoshop.
Depois de uma passadinha na gráfica mais próxima, começa o TRABALHO ..

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Preta minha maior fã depois do Max ;'(

na bandeira, é FATALITY! haha :)

valeu ae Renato pela paciência de chinês ;)
se precisar de mais bandeiras, liga nóis! mas sabe o jeito né ..
PRAZO é apenas um fator psicológico HAHA ;DD

20/03/2011 - ROLÊ ÉPICO!

O que raramente aconteçe no meu trampo é tirar folga aos domingos u.u os cara lá me deviam algumas folgas e decidi tirar um domingo de puro lazer, AZAAR! e pra minha sorte tava um domingão lindão mesmo :DD Enfim, ja tinha avisado pro Morf e pro Victor que tava pelo rolê pois tava cheio de maldade no coração HAHA >) Partimos pro rolê no domingo dia 20/03/2011 no finalzinho da tarde, catamos alguns murinhos mas os muros que eu queria catar estavam muito longe então fomos pintando o que vinha pela frente. O Morf deu a letra dum pico muito afude, tipo uma pontezinha e pá.. pico tri até, mas o foda era que nós 3 estavamos meio alcoolizados devido alguns goles de vodka Natasha pura, Natasha com suco e refri + doritos :B daí cair da pontezinha no riozinho logo abaixo seria fácil! Mas nós somos '' mulekes sagazes da sul '' então vencemos o alcoolismo facilmente ;D HAHA na moral, ficamos bebendo durante todo o rolê, só deixamos pra comer o doritos na finalera mesmo. Mas no geral, o rolê foi lindo *-* só falto o Ngão pra fechar o time, pois mais uma vez o time tava desfalcado - Ngão seempre sem tinta é foda ¬¬' afude MESMO vai ser um rolê desses com o time titular completão pois rolês do tipo sempre rendem fatos ou frases memorávies - polêmicas ..

- "Vocês não são meus irmãos de sangue, mas são meus irmãos de crew .." 
ééé .. abaixo alguns poucos registros do rolê na noite.

From Gordão Vic - RBA DAAMN nigga '
Hoje estava novamente ocioso em casa, então fui tirar as fotos do rolê, mas agora em HD. Abaixo, seguem os registros de um 20 de Março espetacular *-*

 
 RBAGANG in your ass ! haha >D

segunda-feira, 21 de março de 2011

ABERTURA POLÊMICA DE OS SIMPSONS

O famoso e polêmico artista de rua britânico Banksy foi convidado pela produção de Os Simpsons para realizar uma das aberturas do desenho animado. É a primeira vez que um artista consagrado é convidado para colaborar no programa. O resultado é tão contestador e político que não dá para entender como a conservadora 20th Century Fox permitiu sua exibição  (isso em 10 de outubro de 2010) nos EUA. Confira abaixo - são quase dois minutos de um discurso sobre a exploração da mão de obra barata na produção da própria série e seus produtos (recentemente foi revelado que parte da animação de Os Simpsons é realizada na Coréia do Sul, onde animadores recebem 1/3 do salário que receberiam nos EUA). O humor, claro, não foi esquecido, com pandas escravizados, gatinhos fofos usados como recheio de pelúcias e até um unicórnio decrépito sendo usado para fazer os furos dos DVDs. "Isso é o que você ganha quando terceiriza", brincou o produtor de Os Simpsons 
Al Jean sobre a abertura.


/fonte: Omelete

BANKSY NA SUNSET BLVD

Na mesma semana em que aconteceu a entrega do oscar, Banksy estava de passagem por LA e decidiu deixar por lá algumas 'lembranças'. Entre elas um ataque á um outdoor na Sunset Blvd.

Tudo começou com uma intervenção realizada em um outdoor publicitário, com Mickey e Minni, bebendo e fumando enquanto se divertiam ao lado da imagem de uma modelo. A empresa do outdoor não aprovou a brincadeira e retirou a imagem exposta.


Quem gostou da brincadeira foram os publicitários da Ligh Group, que criaram a propaganda. “Achamos uma honra, na real”, declarou a porta-voz Beth Bartolini ao “Los Angeles Times”. Nada boba, a empresa pegou a imagem e anunciou que irá expô-la em Las Vegas.

/fonte: Globo.com
+ sobre Banksy no: Banksy.co.uk

BANKSY FALA SOBRE MR. BRAINWASH E SEU FILME

- Entrevista feita pelo site americano All these wonderful things.
Tradução: Rhazeck /Entrevista mantida originalmente na primeira pessoa.



"No mês passado, nós tivemos a oportunidade de passar algum tempo com o time por trás de EXIT o produtor Jaimie D'Cruz e o editor Chris King, hospedamos os dois aqui em Los Angeles no Cinefamily no começo do mês. Junto com eles, eu presenciei varias pessoas tentando descobrir o que Banksy pensa disso ou daquilo. Eu tinha minhas próprias questões e Banksy e sua equipe foram gentis o suficiente para me responder (via email, claro...)"

ATWT: Uma coisa que eu escutei repetidamente da sua equipe foi que no começo só você acreditava que Thierry poderia e deveria ser o foco narrativo do filme - muito antes da exposição em LA que conclui o filme. O que levou você à Thierry como um personagem do filme, e apesar do fato de ele ter um monte de material arquivado sobre arte de rua, porque você achou que ele poderia ser a narrativa do filme?

Banksy: Não era difícil de ver o potencial de entretenimento de Thierry, ele de fato bate a cara em portas e cai de escadas. Era como dar um rolê com Groucho Marx mas com uma barba mais engraçada. Thierry apareceu em um ponto onde meu mundo estava se tornando infestado de hipsters e ironia pesada, então sua exuberância inocência de homem-criança era engraçada no rolê. Talvez eu me convenci que Thierry era um tema interessante só porque eu gostei dele. Eu estaria mentindo se eu te dissesse que quando eu o conheci eu pensei " A vida desse cara vai dar um bom filme". No começo há problemas com qualquer filme sobre graffiti porque todos bons artistas recusam mostrar o rosto na camera. Eu precisava que o filme fosse baseado em uma pessoa que a plateia gostasse. O produtor Robert Evans disse que "vulnerabilidade" é a qualidade mais importante em uma estrela de filme e isso é algo difícil de retratar se todos seus entrevistados possuem máscaras no rosto.

ATWT: Fica claro no filme que você confia em um time de pessoas para criar suas obras de arte. O que foi diferente no processo de filmagem e o trabalho que você fez com aquela equipe - Jaimie, Chris e outros? E como você soube quando encontrou os colaboradores certos?


Banksy: Eu faço minhas próprias pinturas, mas eu tenho bastante ajuda para construir e instalar coisas. Eu tenho um grande pequeno time, mas vou te falar, todos eles odiaram essa porra desse filme. Eles não ligam se produz efeito, eles sentem que Mr. Brainwash não merece toda essa atenção. A maioria dos artistas de rua também sentem isso. O filme me fez extremamente despopular na minha comunidade.

ATWT: Quando eu vi o filme, ele não me pareceu nada mais que um documentário verdadeiro. Talvez porque eu moro em LA e vi uns trampos do Brainwash por aqui e me lembro da sua grande exposição, mas também porque é claro que a cena no filme em que Thierry conhece Shepard Fairey (OBEY) é de pelo menos nove anos atrás (agora há um grande cinema no outro lado da rua na cena em questão). Ainda, particularmente quando o filme estava estreando, parecia haver essa tendência de suspeitas, talvez porque a imprensa queria te colocar como alguem que estava fazendo uma pegadinha, que o filme estava tentando nos pregar uma peça. Quanto dessas conversas você tem prestado atenção e o que você pensa sobre isso?

Banksy: Obviamente a história é bizarra, é por isso que eu fiz um filme sobre isso, mas eu ainda estou chocado pelo tanto de ceticismo. Eu acho que eu tenho que aceitar que as pessoas pensam que eu estou brisando. Mas eu não sou inteligente o suficiente para inventar o Mr. Brainwash, até a busca mais casual no google prova isso. Geralmente eu não iria ligar se as pessoas acreditam em mim ou não, mas a força do filme vem de que é 100% verdade. Essa é a linha de frente, isso é assistir uma forma de arte queimar-se sozinha na sua frente. Falado pelas pessoas envolvidas. Em tempo real. Esse é um filme muito real sobre o que eu considero realidade. Além disso, se o filme fosse uma pegadinha cuidadosamente planejada, você pode ter certeza que eu teria me dado falas melhores. Eu teria meticulosamente planejado minhas espontâneas aparições improvisadas. Eu gostei daquela frase de Jack Benny "Você não diria isso se meus escritores estivessem lá". Mas eu sempre pensei - os escritores falaram pra ele dizer isso?

ATWT: Uma das melhores ou piores experiências de qualquer documentarista é ver seu trabalho com uma platéia pela primeira vez. Você chegou a ver EXIT com platéia? e se sim, como foi a experiência?


BANKSY: Infelizmente eu não o vi com uma platéia. O mais perto que cheguei disso foi ir ao cinema para ver Precious. Eles passaram meu trailer e alguem umas duas cadeiras na frente gritou "Caralho, Banksy é um vendido". e eu me encolhi na minha cadeira.

ATWT: O que você acha que descobriu sobre documentários ao fazer esse filme e há alguma correlação com outros trabalhos artísticos seus? Você era um fã de documentário antes de fazer o filme? e se sim, quais são seus favoritos? algum deles influenciou o que você fez em EXIT?

BANKSY: Eu sou de uma geração que documentário não é um palavrão. Não tem que significar diversas cenas de pinguim com música clássica. Michael Moor e Morgan Spurlock parecem completamente punk para mim. E a coisa mais punk de tudo era que eles trouxeram suas histórias diluidas para o cinema. Documentarios tem um papel importante em gravar a cultura que não é possível colocar dentro dos livros de história. DOGTOWN AND Z-BOYS foi a biblia da cultura skate. Tendo dito isso, meu filme nunca vai ser o filme oficial de street art. Ou ainda um filme oficial da história da comercialização da arte de rua. Nos percebemos na metade da edição que o final precisava ser o mais não resolvido possível. Eu aprendi da experiência que uma pintura não é finalizada quando você abaixa o pincel - isso é quando começa. A reação do público é o que dá significado e valor. A arte toma vida nos argumentos que você tem sobre isso, se nós fizemos nosso trabalho direito em EXIT, então a melhor parte de todo filme é a conversa no estacionamento depois de assisti-lo.

ATWT: Você acha que há alguns desafios especificos para você e seu time por serem anônimos? Isso facilita ou dificulta o processo?

BANKSY: Decidir com quem trabalhar é um meio termo entre a habilidade das pessoas e a habilidade deles em manter a boca calada, nós tivemos algumas cenas sensiveis de varios artistas em nossas mãos, ainda bem que agora foi tudo queimado. Minha inabilidade de sair por aí enxendo o saco dos outros talvez machucou o filme em um certo nível, mas em outro nível, Eu sou um bebado volátil e isso provavelmente foi uma grande benção.

ATWT: Os criticos de toronto nomearam recentemente EXIT como a melhor primeira parte de 2010, o que traz a questão se haverá outro filme no futuro, outro documentário? Se sim, você vai seguir um tema ou você vai esperar algo cruzar seu caminho e acionar a ignição para criar um filme sobre isso?

BANKSY: A arte que eu faço é similar ao filme - minhas pinturas são essencialmente frames congelados de filmes que estão passando na minha cabeça. Eu acho que é muito claro que o filme é a forma de arte pre-eminente de nosso tempo. Se Michelangelo ou Leonardo DaVinci fossem vivos hoje, eles estariam fazendo Avatar, não pintando uma capela. Filme é incrivelmente democratico e acessível, é provavelmente a melhor opção se você de fato quer mudar o mundo, não só redecora-lo.
 
+ sobre Banksy no: Banksy.co.uk
+ sobre Rhazeck no: Estéticaurbana

terça-feira, 15 de março de 2011

♥ BLACKBOOK ' 52


MANIFESTO VANDALISMO

o perfil RESENDE XARPIXO postou o link do blog dele no orkut. Achei a idéia muito original! "Alguem que decidiu abordar a pichação como poesia" , "Alguém que decidiu abordar o vandalismo de forma mais poética..." muito tri mesmo.

 A Gravidade

A gravidade, a única lei a ser respeitada por um pichador
Trata sua arte como revolução, seu grito contra a dor!
E se os poetas deixassem seus pensamentos em muros,
Provérbios insanos não seriam tratados como obscuros...

Meus textos trazem remorso, pois me ensinaram auto censura
Mas não temo seus oficiais, protegido por suas viaturas
E só um simples sussurro não é capaz de me fazer parar...
Estou na pista, e só volto quando a minha tinta acabar!

Sou portador do caos, imune a falsa liberdade
A vida me ensinou a pular muro, escalando grades,
Passou minha hora de parar, mas ainda não é tarde
Sei que a lei a ser respeitada é só a da gravidade...

O OLHO DA RUA

Durante um sábado chuvoso e nublado, grafiteiros se reuniram para pintar no encontro Sopa de Letras, em Guarulhos. Apesar da lama e da garoa fina, cerca de trezentas pessoas compareceram ao evento, que inaugurou oficialmente
O Olho da Rua, uma rede social voltada para o street art. Durante a tarde,
o som foi comandado pelo grupo de rap A Rapa do Sindicato. Confira as
imagens do evento:


/fonte: Evol
/fonte: Veja.com.br
rede social: Oolhodarua.com.br